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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

terça-feira, 31 de julho de 2018

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Com vinho, sem viagra


Segundo Harvard, uma dieta rica em flavonoides pode reduzir problemas de disfunção erétil nos homens

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terça-feira, 20 de março de 2018

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Por que vinho faz bem à saúde?


Beber até duas taças por dia significa aumentar a proteção do corpo contra diversas doenças e, assim, garantir alguns anos a mais de vida

quinta-feira, 30 de julho de 2015

sexta-feira, 29 de maio de 2015

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

terça-feira, 1 de julho de 2014

Major Study Endorses French Paradox


A wide-ranging study has found a link between moderate wine consumption and a lower risk of mortality from cardiovascular disease and cancer among middle-aged men, lending more credence to the French paradox.

Researchers from the Université Paris Ouest Nanterre La Défense and Bordeaux Segalen University followed up with 35,292 men over about 28 years. They found that when more than 50 percent of a subject's alcohol consumption came from wine, he showed a lower risk of death from heart disease as well as lung, lip, oral cavity, pharynx, larynx, bladder and rectal cancers.

Overall, moderate wine consumption was associated with a 40 percent reduced risk of mortality from cardiovascular disease, and a 20 percent reduced risk of death from cancer.

At the beginning of the study, subjects ranged in age from 40 to 65 years and hailed from eastern France. By the end, a total of 4,035 deaths from cancer had been recorded. Numbers for heart disease-related deaths were unavailable.

The results of the study were presented at WineHealth in Sydney, Australia, which wrapped up over the weekend.

When it comes to the famous French paradox, however – that long-standing belief that the health benefits of red wine negate the effects of the famously rich, high-fat diet and the risk of coronary heart disease – the scientific community is divided.

A study printed in the Journal of Epidemiology and Community Health also suggested that drinking up to half a glass of wine a day could boost life expectancy in males by five years. Researchers had examined the drinking habits of randomly selected men over a 40-year period.

But another study out of the Washington University School of Medicine in St. Louis, found that resveratrol, the magic ingredient in red wine thought to improve insulin sensitivity and reduce the risk of heart disease, had little effect in already healthy women.

Though small, the study of 29 postmenopausal women found little health improvement in those who were given 75 mg of resveratrol daily – a large amount, equal to drinking 8 liters of red wine.


Fonte: http://www.wine-searcher.com/ (By )

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Consumo moderado de vinho pode ser bom para os rins


Beber menos de uma taça de vinho por dia pode ser bom para os rins e o suficiente para reduzir os riscos de contrair doenças cardiovasculares, aponta uma pesquisa da Universidade do Colorado, divulgada recentemente. Os pesquisadores também relacionam o consumo moderado de vinho com um menor risco de se desenvolver doença renal crônica (DRC). 

A pesquisa analisou 5.852 participantes durante um mês. Parte dos voluntários consumiu menos de uma taça de vinho por dia e a outra não. O resultado obtido foi que o risco de se contrair DRC foi menor nas pessoas que ingeriram a bebida em comparação com os que não ingeriram.

De acordo com o autor da pesquisa, Dr. Tapan Mehta, parte dos fatores de risco da doença renal é a mesma dos das doenças cardiovasculares. “Estudos anteriores demonstraram que o consumo de vinho tem uma associação com o menor risco de contração de doença cardiovascular na população em geral”, afirma.

Segundo o presidente da National Kidney Foundation, Dr. Beth Piraino, o estudo realizado irá promover um aumento da pesquisa sobre a relação entre o consumo de álcool e doença renal.

Na pesquisa realizada, a maior parte dos voluntários ingeriu vinho tinto e apenas uma pequena parte consumiu vinho branco.


Fonte: http://revistaadega.uol.com.br/

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Um copo de vinho no jantar equivale a 30 minutos de exercício


Um estudo realizado na Universidade de Alberta, Canadá, revelou que um copo de vinho tinto acompanhando o jantar diariamente, equivale a 30 minutos de exercícios físicos.

Os pesquisadores acreditam que esse efeito é causado pela substância chamada Resveratrol, conhecida por que também beneficia o sistema circulatório e pode ajudar na prevenção de doenças como o Alzheimer, segundo outros estudos realizados com o composto.

O relatório explica que esse efeito ajuda a prevenir os efeitos do sedentarismo, pois evita o envelhecimento dos músculos e aumenta a densidade dos ossos, assim como melhora a circulação sanguínea.

"Resveratrol não é um substituto para os exercícios, mas ajuda a desacelerar o processo de deterioração do corpo até que a pessoa volte a se exercitar", disse o editor chefe do FASEB Journal, Gerald Weissmann, onde o estudo foi publicado.


Fonte: http://revistaadega.uol.com.br/

terça-feira, 11 de março de 2014

Pesquisa mostra que vinho tinto pode proteger contra diabetes tipo 2


Cientistas descobriram que componentes encontrados no vinho tinto, nas frutas e nos legumes, podem servir de proteção contra diabetes tipo 2, obesidade, câncer e doenças cardiovasculares


De acordo com pesquisas feitas por cientistas da University of East Anglia e do Kings College London, comer alimentos ricos em flavonoide e antocianina, componentes encontrados em chás, chocolates e vinhos tintos, pode oferecer proteção contra diabetes tipo 2. Para chegar a essa conclusão, duas mil mulheres saudáveis foram convidadas para preencher um questionário alimentar para estimar a quantidade total de flavonoide consumido a partir da ingestão de ervas e legumes.

No caso, foi analisada a quantidade de flavonoide no organismo após a ingestão de salsa, tomilho e aipo, além da quantidade de antocianina, componentes encontrados em frutas vermelhas, vinho tinto e em outras frutas e legumes. “Nós descobrimos que quem consumia muita antocianina e flavonoide apresentavam menor resistência à insulina”, afirmou a professora Aedin Cassidy, da UEA’s Norwich Medical School e líder das pesquisas.

De acordo com resultados publicados no Journal of Nutrition, foram encontrados, nesses mesmos alimentos, componentes capazes de diminuir a inflamação que, quando crônica, está associada com diabetes, obesidade, doenças cardiovasculares e câncer. “A alta resistência à insulina está relacionada com diabetes tipo 2, então o que estamos vendo é que as pessoas que comem alimentos que são ricos em flavonoide e antocianina como frutas vermelhas, ervas e vinho tinto são menos propensos a desenvolver a doença”, afirma Aedin.


Fonte: http://revistaadega.uol.com.br/

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Mulher & vinho: uma harmonização perfeita


Inúmeros estudos acadêmicos provam que o consumo de vinho faz bem à saúde. Saiba como as mulheres se beneficiam nessa relação com Baco


Comparar homens e mulheres, como se fossem adversários, é coisa do passado. Existem diferenças sim, o que não torna ninguém melhor, apenas faz com que os sexos sejam diferentes, exatamente como os vinhos. Portanto, alguns aspectos referentes à mulher e ao vinho devem ser abordados de forma diferenciada. Nós sabemos que as opções de escolha são muitas, como por exemplo, em relação à idade (jovens ou maduros), apresentação (brancos, rosados e/ou tintos), perfil (tranqüilos, espumantes, licorosos, secos ou suaves etc). Estas características mudam os compostos presentes em cada classe de vinho, entre as quais poderíamos citar a uva (terroir), o processo de elaboração (tecnologia), o contato com a madeira (reações de oxidação) e o tempo de garrafa (reações de redução). Por isto, o vinho possui estrutura complexa e viva, em constante evolução nos diferentes momentos de sua jornada.

Em tempos em que a sociedade volta-se para um estilo de vida mais saudável e se pergunta como atingir este objetivo, o vinho é visto como sinônimo de cultura e do “saber viver”. Alguns elementos de sua composição fazem parte da dieta normal e necessária para o ser humano.

Estes elementos, aliados ao ritmo de vida, ao sexo, a idade, ao regime alimentar, a prática de exercícios físicos, entre outros fatores, são importantes na manutenção do equilíbrio do organismo humano, que por si só é uma máquina auto-ajustável, modificando seu metabolismo em função de diversas situações. Além disto, nunca é demais lembrar que o consumo de álcool deve ocorrer de forma moderada, regular e durante as refeições (intervalo mínimo de 8 horas), pois inúmeros trabalhos científicos já comprovaram que a incidência de doenças é, em geral, alta para os abstêmios e bebedores pesados, e baixa para os que consomem vinho com moderação. Mesmo assim, ainda não existe unanimidade sobre a quantidade segura de ingestão de álcool, embora para as mulheres, uma dose de 24 gramas parece não conter riscos. Para visualizar melhor, podemos usar como exemplo um vinho com 12% de álcool, o que significa que a cada 100ml, 12ml são de álcool, logo, 200ml seria uma quantidade segura.

O papel benéfico do vinho como auxiliar na prevenção do surgimento de doenças, principalmente cardiopatias, neuropatias e neoplasias é alvo de estudos no mundo inteiro. Neste contexto, sabe-se que o estresse oxidativo – desequilíbrio entre as defesas do organismo e a formação de espécies reativas – está associado à maior incidência de casos e os polifenóis, quando presentes na dieta, exercem uma função importante como auxiliares das defesas do organismo. Em relação aos polifenóis do vinho, as pesquisas têm mostrado que este efeito positivo é resultado das interações e do sinergismo entre os diferentes grupos fenólicos, aquém da concentração, o que de certa forma desmistifica a idéia de que somente os vinhos tintos seriam capazes de trazer benefícios.

Para falar um pouco sobre os polifenóis, pode-se dizer que eles atuam como queladores de íons metálicos, seqüestradores de espécies reativas, varredores de radicais livres e coadjuvantes no transporte de íons. Além disto, possuem propriedades antiinflamatórias, antioxidantes e indutoras de apoptose celular. Estas ações isoladas conduzem a um conjunto de benefícios, como o aumento da resistência das fibras colágenas, exercendo efeito protetor sobre as paredes dos vasos sangüíneos; menor formação de coágulos, diminuindo a formação de placas arteriais; menor formação de radicais livres, reduzindo a oxidação dos lipídeos; proteção dos linfócitos, preservando o sistema imunológico; favorecimento das funções digestivas; retardo do envelhecimento celular e orgânico, etc.

Testes in vitro, ensaios in vivo e estudos epidemiológicos realizados no mundo inteiro têm comprovado os efeitos benéficos do vinho. Em relação ao câncer de mama, que mata mais mulheres do que outras doenças e tem relação direta com a ingestão de álcool, o vinho também age de forma protetora, segundo inúmeros estudos realizados no mundo com mais de 20.000 mulheres. Para o câncer de ovário, os resultados foram similares em pesquisas realizadas com mais de 600.000 mulheres no Departamento de Nutrição da Escola de Saúde Pública de Harward, na Universidade do Hawaii, nos Estados Unidos e no Departamento de Epidemiologia, Nutrição e Toxicologia do Instituto Maastricht, na Holanda. Um acompanhamento de mais de três mil mulheres durante oito anos, conduzido no Departamento de Nutrição do Simmons College, em Boston (EUA), demonstrou o mesmo quadro no que diz respeito ao câncer de pele. Os resultados continuam se repetindo quando o assunto é pressão arterial elevada, mal de Alzheimer, derrame cerebral, infertilidade feminina, climatério e menopausa, osteoporose e diabetes Mellitus tipo 2. Considerando essas doenças, outras 300 mil mulheres fizeram parte de diversos estudos realizados em institutos e universidades ao redor do mundo.

Enfim, as evidências são muitas, alicerçadas no universo significativo amostrado e nas diferentes metodologias que embasaram os inúmeros estudos desenvolvidos mundo afora de que o vinho é benéfico à saúde feminina. Afinal, o vinho pede companhia. É importante salientar que o néctar de Baco não opera milagres, e deve fazer parte de um estilo de vida que contempla dieta equilibrada, prática de exercícios físicos, ausência de tabagismo, especificações particulares e/ou contra-indicações médicas (quaisquer que sejam elas), controle do estresse e, indiscutivelmente, consumo moderado e regular durante as refeições. Saúde!!!


Fonte: http://revistaadega.uol.com.br/ (Cláudia A. Stefenon)