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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
terça-feira, 13 de setembro de 2016
terça-feira, 26 de julho de 2016
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Vinhos e queijos, a combinação perfeita

Um guia para harmonizar um dos mais clássicos encontros na mesa. Colocamos em prova mais de 20 tipos de queijos
terça-feira, 12 de abril de 2016
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
Como preparar uma degustação de queijos e vinhos
O queijo, assim como o vinho, é um alimento que figura entre os mais antigos produzidos pelo homem. E não é de hoje que são considerados por muitos um casamento perfeito. Porém, essa união só se confirma se a combinação for adequada, pois há situações em que a incompatibilidade de ambos é nítida.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Queijos e Vinhos
O Queijo costuma ser um parceiro constante do vinho mundo afora. Quem nunca promoveu ou foi convidado para um “Queijos e Vinhos”? Apesar de 'comum', a harmonização entre os dois não é tão simples e requer atenção e planejamento. A seguir dou algumas dicas para uma boa seleção de queijos e os vinhos que devem acompanhá-los.
Queijos:
uma boa seleção de queijos deve contar com pelo menos 5 variedades: Queijos de mofo branco (Brie ou Camembert); Queijos de mofo azul (Gorgonzola ou Roquefort); Queijos tipo suíços (Gruyère); Queijos suaves (Emmenthal ou Gouda); Queijos mais fortes (Parmesão ou Provolone) e Queijos especiais (Rambol).
Vinhos:
em geral e para a decepção de muitos, a maioria dos queijos combinam mais com vinhos brancos devido a sua consistência e gordura. Para sermos mais democráticos, podemos seguir uma regrinha bem fácil:
Queijos Moles vão melhor com Vinhos Brancos e Queijos Duros preferem os Vinhos Tintos. Para os vinhos brancos, prefiram os feitos com as uvas Sauvignon Blanc, Chardonnay e Riesling. Para os tintos, tentem os mais leves e com boa acidez, como os italianos Valpolicella e Chianti ou uvas leves como a Pinot Noir. Alguns queijos fortes como o Parmesão podem harmonizar com tintos mais encorpados, como um Cabernet chileno.
Harmonizações Clássicas:
Algumas harmonizações já se tornaram verdadeiros clássicos à mesa como o Queijo Chévre (cabra) com a uva Sauvignon Blanc; o Queijo Brie com a uva Chardonnay e o Queijo Gruyère com a uva Pinot Noir. Mas, sem dúvida, uma das mais excitantes combinações entre queijos e vinhos é a do salgado queijo Roquefort com um vinho doce de sobremesa, de preferência um bom Sauternes francês.
Fonte: http://www.confrariadojoao.com
terça-feira, 20 de novembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Guia sobre Queijos e Vinhos
O essencial é
que você possa escolher o que mais agrada o seu paladar e se adapte ao seu
bolso, sendo que os queijos e o vinhos serão, na verdade, o acompanhamento de
boas conversas e histórias.
Algumas dicas que
podem colaborar na hora da escolha de cada um, mas vale lembrar que há diversos
queijos que vão bem com diversos vinhos:
1 – Idéia geral: Sabores
complementares
A mesma idéia geral para se
harmonizar vinhos e pratos também é válida aqui, ou seja, combinar sabor e
intensidade do queijo e do vinho. Por exemplo:
Queijos frescos: Vinhos
brancos leves, frutados e refrescantes, com acidez marcante. Vinhos: Sauvignon
Blanc, Albariño, Muscadet ou espumantes.
Queijos brancos moles:
Combinar com Espumantes (para combinar a acidez, equilibrar o sal e dar
refrescância), além da possibilidade de vinhos como Riesling e Gewürztraminer
Queijos semimoles: Boas harmonizações
com brancos aromáticos como Riesling, Gewürztraminer, Arneis e Torrontés, Além
disso, há a possibilidade de combinar com tintos leves e frutados, como Pinot
Noir, Beaujolais, Barbera e Dolcetto
Queijos duros: De sabor
mais forte e complexo precisam de vinhos mais encorpados
Queijos azuis: O sal e
potência destes queijos levam as combinações com vinhos desde tintos até os
vinhos doces.
2 – Recorrendo ao
recomendado: Vinho, queijo e origem
Apesar de não ser sempre
verdade, optar pela mesma origem de queijo e vinho pode ser uma boa opção. A
origem conta muito e pode resultar em combinações interessantes, e temáticas!
3 – Observar e balancear
para harmonizar: Brilho e cremosidade
Se você recorreu a um vinho
de bom brilho e acidez, como um espumante brasileiro, é uma boa idéia optar por
um queijo de boa cremosidade para neutralizar sua acidez. Da mesma forma, um
vinho branco redondo vai ser bem acompanhado por um queijo mais duro e menos
cremoso. Esta combinação de acidez e cremosidade já resolve muito...
4 – Peculiar e
interessante: Doce e salgado
Outro casamento
interessante fica por conta do “contraste-positivo” entre o doce e o salgado.
Não é a toa que conhecemos as famosas combinações entre um Porto e o Stilton, e
um Sauternes com Roquefort. Este queijo é cremoso, salgado e combina muito bem
com a doçura de um bom Porto na taça. Ou seja, há uma boa probabilidade da
combinação entre vinhos de sobremesa e queijos mais salgados ser muito
positiva...
Vinhos tintos:
Vinhos brancos e tintos
sempre serão bons pares para os queijos. Dito isso, é importante apenas
associarmos as características de ambos para que a combinação seja sempre
melhor. De forma geral, o espectro de vinhos tintos pode chegar a um ponto mais
encorpado que os brancos, tornando-se mais indicados no caso de queijos de
sabor e aroma muito fortes. Mas não apenas para queijos fortes, pois se
pensarmos em outros queijos, de intensidade baixa ou média de aromas, também
podemos encontrar vinhos suaves, aromáticos, menos encorpados que poderão ser
uma ótima pedida para a harmonização. Para exemplificar tudo isso dando foco
nos vinhos, vamos pensar em algumas categorias de vinhos e quais queijos seriam
bons acompanhantes.
1 - Leves e frutados
Queijos: Vai abrir um vinho leve e
frutado? Quando pensamos em queijos para combinar com vinhos desta categoria,
provavelmente a Mussarela vira uma opção básica. Além deste queijo, podemos
considerar também o Suíço, Emmental, Gruyère e outros.
Vinhos: bons vinhos
leves e frutados são feitos com a uva Gamay, como o famoso Beaujolais (França)
e mesmo opções de ótimo custo-benefício feitas no Brasil. Vinhos feitos com
Pinot Noir acabam sendo uma ótima opção, além de serem um pouco mais
“flexíveis” e poderem acompanhar vinhos um pouco mais curados.
Você deve recorrer a vinhos
com mais potencial aromático do que necessariamente corpo e potencial tânico.
Um exemplo do que se evitar seria colocar um vinho leve e frutado com um queijo
realmente “fedorento”, como o caso do Muenster (quem nunca provou, quanto tive
a oportunidade vai se lembrar disso!).
2 - Corpo médio
Queijos: Quando o vinho tiver um corpo
médio, você pode acompanhar um vinho mais forte que os anteriores. Neste caso,
alguns exemplos são o Provolone, Morbier, o próprio Emmental (mais curtido),
Gouda e Edam. Em geral, você pode recorrer a queijos da categoria de
semi-duros.
Vinhos: para não ter muito
erro, seria recomendado em um rótulo de Pinot Noir. Além disso, vinhos de Merlot e
Zinfandel podem ser muito recomendados também.
3 – Encorpados
Para vinhos tintos
encorpados: queijos fortes. E diversos exemplos de vinhos podem servir bem para
o acompanhamento, como Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah e muitos outros. Quanto mais duro e curado o queijo, mais tânico pode ser o
vinho.
Vinhos brancos:
Chardonnay: Pela grande variedade de
vinhos com esta uva permite uma grande variação. Desde vinhos mais novos, com
aromas e acidez marcante, para vinhos brancos moles, até a possibilidade de
alguns vinhos duros, com vinhos mais encorpados.
Sauvignon Blanc: Uma uva interessante, pois
mesmo que tenha um corpo leve pode ter um potencial aromático e de sabor muito
intenso, que acompanha bem desde queijos leves até um pouco mais fortes. Vinhos
da Nova Zelândia e Califórnia podem acompanhar desde queijos brancos moles
(Brie e Camembert) até semi-moles (Edam, Gouda, etc).
Gewürztraminer: Se for abrir um vinho desta
casta, poderá optar por um queijo de textura rica, como de cabra, suíços, Brie,
Camembert e outros.
Riesling: Geralmente são vinhos encorpados
para o padrão médio dos brancos, podendo se adaptar a queijos de sabor
marcante, como Gouda, Emmental e outros. Em alguns casos específicos, podem ser
um dos poucos brancos capazes de acompanhar alguns queijos azuis.
domingo, 2 de setembro de 2012
Guia para Queijos e Vinhos
Com o queijo de cabra, experimente um Sauvignon Blanc. Pode ser um
delicado Sancerre (Vale do Loire, França) ou um mais intenso do Chile e Nova
Zelândia que despontam como ótimos produtores da uva.
Para o Gouda, um Chardonnay mais untuoso, com um pouco de corpo e toques de madeira.
Pode ser um Bourgogne clássico (França), mas um chileno ou um californiano são
ótimas opções também. Mais um queijo pra harmonizar? O bom e velho Brie!
Para quebrar um pouco das
uvas tipicamente francesas, vamos de Sangiovese! Escolha um Sangiovese com um
pouco de corpo e estrutura como um Vino Nobile de Montepulciano ou um Chianti clássico.
Para não sairmos do país, compre o famoso Parmesão e um Taleggio, para ter algo
de diferente.
Não nos esquecemos dos bons
queijos “azuis”, não. Eles serão a sobremesa, acompanhados por vinhos doces.
Sugerimos um mais conhecido, o Roquefort, e um mais inusitado, Stilton, um queijo inglês. As harmonizações mais conhecidas são o
Roquefort com o Sauternes e o Stilton com o vinho do Porto. Pois bem,
experimente assim e vice-versa e veja que combina mais. Se quiser, substitua o
Sauternes por algum vinho de sobremesa do Sudoeste da França ou um Late Harvest
de outra nacionalidade.
fonte: http://www.bebericando.com.br
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Queijos e vinhos
Em primeiro lugar,
precisamos esquecer aquela velha forma de servir queijos e vinhos. É tradição,
entre os consumidores dessas iguarias, servir 4 ou 5 queijos em uma tábua
acompanhados por um único tipo de vinho. É importante saber que queijos
diferentes exigem vinhos diferentes. Cada tipo de família de queijo — curados,
frescos, azuis, suaves, de pasta mole etc. — deve ter um vinho adequado como parceiro.
Há uma velha piada que
ilustra um pouco as possibilidades de harmonização. Um comerciante de vinhos
ganancioso, quando visita seus fornecedores, come maçã antes de provar os
vinhos que pretende comprar. A alta adstringência da fruta sensibiliza o seu
paladar de modo que ele perceba todos os defeitos do vinho que testa. A partir
dessa percepção, negocia seu preço. Entretanto, quando esse comerciante
apresenta seus vinhos ao consumidor final, oferece, gentilmente, um naco de
parmesão para a degustação. A alta untuosidade do parmesão, devido ao forte
teor de gordura do queijo, encobre todos os defeitos dos vinhos servidos.
O que a piada nos ensina é
que, como regra geral, devemos relacionar a característica principal do queijo
com vinho que apresente a mesma característica. Em outras palavras, queijos
mais duros casam bem com vinhos mais encorpados, e queijos leves vão bem com
vinhos menos encorpados. Queijos neutros de temperos dão-se bem com vinhos
brancos e queijos mais encorpados, com vinhos tintos. A esse princípio damos o
nome de similaridade.
Outra possibilidade,
denominada de contraste, é a harmonização por características opostas, doce
versus salgado, acidez versus untuosidade e assim por adiante.
Outra dica consiste em
relacionar o queijo de uma determinada região, com a uva daquela região. Esse
raciocínio pode ser estendido para outras comidas. É interessante tentar
entender os hábitos alimentares das pessoas de um lugar e descobrir os vinhos
que produzem, eles falarão a mesma língua, pois foram criados juntos.
Independentemente do
princípio que queira seguir, o que importa é conhecer as características das
coisas que se quer harmonizar, seja da comida, seja do vinho. E a partir desse
conhecimento, fazer experiências. Apesar de a prática consagrar algumas
fórmulas de harmonização, não necessariamente elas funcionarão apenas porque se
segue as sugestões dadas, como faço mais abaixo. Dizer que bries harmonizam
melhor com vinhos da uva chardonnay, por exemplo, implica conhecer as várias
nuances de cada um, pois diferentes fabricantes fazem diferentes bries e
diferentes vinicultores fazem distintos Chardonnay. Por isso, a experimentação
é fundamental.
Abaixo indico algumas
sugestões de harmonização:
Brie. Fabricados com leite
de vaca, a sua crosta é branca e macia, formada pelo fungo Penicillium candida.
De sabor delicado, considera-se em boas condições se estiver mole, mas sem
escorrer. Jovem, o seu sabor é suave e de textura macia. Maturado, tem sabor
mais apurado e textura cremosa.
O brie, pelo seu teor de
cremosidade e gordura, deve ser acompanhado de um Chardonnay ou Pinot Grigio.
Provolone. É um queijo
semiduro, feito com leite de vaca, de textura fechada, de coloração creme, que
passa por defumação, o que lhe dá o gosto característico.
O provolone, pelo seu
caráter defumado, pode ser consumido com Sangiovese. O toque de madeira que
alguns vinhos têm combina bem com o defumado de alguns queijos.
Roquefort. Feito com leite
de ovelhas, tem massa cremosa e esfarelada, de sabor acentuado e picante. Tem
casca úmida. A cor verde-azulada das veias é produzida por fungos do tipo
Penicillium.
O roquefort, pelo seu alto
teor de gordura, sal e temperos, pode ser consumido com um Late Harvest. A
doçura e a acidez combinarão muito bem por contraste.
Camembert. Pasta mole,
casca aveludada, fabricado com leite de vaca, sabor intenso, levemente picante,
e textura suave. Casca de cor branca.
O camembert, quando jovem,
deve ser servido com Chardonnay e caso ele seja mais velho, com Shiraz (ou
Syraz). O camembert é derivado do brie.
Parmesão. A coloração
interna deve ser “paglierina” (cor de palha) e a massa granulosa e consistente
com um mínimo de 32% de gordura; sabor marcante mas não picante. A casca é
dura.
O parmesão, deve ser servido com Cabernet Sauvignon.
Emmental. É um queijo de
massa dura, caracterizado pelos buracos formados durante a maturação. O sabor é
ligeiramente picante e ácido. É feito com leite de vaca cru.
O emmental pode ser servido
tanto com Pinot Noir, quanto com Cabernet Sauvignon.
Pecorino Toscano. Há
inúmeros tipos de pecorino na Itália. Uma dos mais conhecidos é o Toscano, além
do Romano. O Toscano é feito de leite integral de ovelha (pecora) produzindo
uma massa mole ou semidura. É de cor branca ou palha clara. Os sabores podem
variar entre o delicado e doce, até o acentuado, nos pecorinos de massa dura
(supermaturado).
Fonte: Mundo Sommelier
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Queijos e Vinhos
É quase uma tradição degustar queijos com vinhos, principalmente na Europa que há séculos faz essa junção que até nos dias de hoje é tão apreciada. Uma das principais regras da harmonização não somente de queijos, mas de outros alimentos é respeitar suas preferencias pessoais.
Escolha vinho e queijos da mesma região que você tenha preferencia. Todos tem a mesma ideia que os tintos combinam melhor com os queijos, mas na pratica nem sempre é assim. Aqui vão algumas dicas.

Queijo Mussarela.
Vamos começar pelos queijos mais leves como a Mussarela, queijos brancos, de cabras e os que não são curados. Prefira um bom Sauvignon Blanc.

Queijo Camembert.
Outra possível harmonização é com os queijos Brie e Camembert Sauvignon, que foram maturados e aceitam os bons tintos desde que não sejam muito encorpados.

Queijo Roquefort.
Agora uma combinação mais inusitada, que são os queijos azuis com alguns vinhos doces. Queijos Gongonzola e Roquefort são uma ótima harmonização com vinhos doces mais encorpados, com aromas mais intensos. Para harmonizar, podemos sugerir os Sauternes ou se quiser ousar, um branco australiano da uva Semillon.
Para harmonizar queijos portugueses, considerado como um dos melhores do mundo, a dica é apreciar um bom Vinho do Porto.
Fonte: ExpandBlog
domingo, 3 de julho de 2011
Vinhos para sua tábua de queijos
Para os puristas, cada queijo pede um vinho diferente, e a combinação em alguns casos pode ser um pouco difícil quando os queijos estão fortes ou maduros demais. No entanto, mais informalmente, você também pode combinar uma tábua de queijos com um único vinho, seja tinto ou branco. Uma boa dica é servir também junto com os queijos um pouco de frutas frescas e pães variados, que ajudam na combinação. Ao escolher um único vinho para combinar com vários queijos diferentes, muitos enófilos preferem optar por tintos saborosos e mais informais, como bons chilenos ou argentinos, ou tantas outras opções na europa: alentejanos, Chianti, Dolcetto, Côtes du Rhône alguns petit chateaux de Bordeaux e outros.
Fonte: Mistral - Inverno 2011
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