As primeiras referências a esta casta ocorrem no princípio do século
XXI, supondo-se que a variedade insular terá sido trazida de Espanha
para as ilhas Canárias e destas para a Madeira. Hoje, representa cerca
de noventa por cento do vinho produzido na ilha. Curiosamente, até ao
início da década de noventa, esse facto manteve-se comercialmente oculto
da maioria dos consumidores de Madeira que imaginavam consumir vinhos
com base nas castas «nobres» (Malvasia, Sercial, Boal e Verdelho). Mas,
na verdade, quase todos tinham como base a Tinta Negra Mole.
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