sexta-feira, 2 de agosto de 2013

O vinho é uma bebida boa para a saúde... e para o amor


Um estudo realizado pela Universidade de Florença, com mulheres entre 1850 anos, que bebiam dois copos de vinho tinto, veio confirmar que essa prática as tornava mais desinibidas para o amor.

O vinho é sinónimo de saúde, momentos agradáveis de convívio, de amizade e também de amor. Quando se fala de amor, temos que falar também de sexo. Mas, já lá vamos, porque temos uma explicação para este tema. É nossa obrigação estarmos atentos ao tema relacionado com o vinho, lendo publicações que abordam o tema, como seja as vantagens que o vinho tem em relação à nossa saúde e comportamento. É um fato que o tema vinho e saúde, continua na ordem do dia, descobrindo-se cada vez mais situações em que o seu consumo regrado. Gera melhorias para o nosso bem-estar. O investigador Andrew Hart, da Escola de Medicina, da Universidade de East Anglia (Inglaterra), depois de durante 10 anos ter estudado os hábitos alimentares de cerca de 25 mil pessoas, chegou à conclusão que um copo ou dois de vinho por dia podia evitar a formação de cálculos biliares. A vesícula biliar é um pequeno órgão que se encontra por baixo do fígado, onde é armazenada a bílis, substância essa que ajuda a queimar as gorduras do nosso corpo. No caso da bílis endurecer, podem formar-se cálculos, que acabam por produzir graves dores. 

Outro estudo realizado na Austrália, onde o cancro da garganta tem tido um aumento nos últimos anos, veio demonstrar que o consumo moderado de vinho, pode reduzir o cancro do esófago. Diziam que o consumo prolongado de álcool, era muito perigoso para a garganta, assim como o fumo. Foram feitos estudos em cerca de três mil pessoas, metade das quais com cancro, e chegaram à conclusão que as pessoas que bebiam com moderação vinho, tinham tendência a sofrer menos de cancro da garganta que os abstêmios.

Também outra investigação realizada na Suécia, revelou que as mulheres que consomem vinho com certa regularidade, têm menos risco de virem a sofrer de demência, conforme um estudo feito por uma equipe da Academia de Sahlgrenska da Universidade de Gotemburgo, num universo de cerca de 1500 mulheres, com idades entre 38 e 60 anos. Chegaram à conclusão que as mulheres que bebiam vinho, tinham 70%menos possibilidades de virem a sofrer de demência, doença caracterizada pela perda de memória e de raciocínio. O mesmo estudo considerava que as mulheres suecas que têm vindo a beber mais vinho, têm tendência a viver mais anos. Em outro estudo, vindo do Canadá, e levado acabo por cientistas de três universidades daquele país, relativo ao consumo de álcool e o cancro, efetuado em 3500 homens, com idades compreendidas entre 35 e 70 anos, os investigadores examinaram 13 tipos de cancro e a sua relação com os hábitos de consumo de álcool, e chegaram à conclusão, que os consumidores moderados de vinho mostraram ter um menor risco de doenças, entre 10 a 20%, se comparados com os abstémios.

Um dos investigadores deste estudo, Andrea Benedetti, da McGill University, considerou que quando olhamos para os dados por tipo de bebidas, os maiores riscos parecem vir do consumo de bebidas espirituosas e de cerveja.

Porém, no estudo científico levado a efeito por universitários – o mais interessante de que tivemos conhecimento -, da Universidade de Florença, em Itália, num universo de 800 mulheres italianas, da zona de Chianti, famosa zona vinícola da Toscana, com idades entre 18 e 50 anos, chegou-se à conclusão que «um par de copos de vinho tinto faz baixar as inibições e melhora as relações sexuais.» Este estudo teve divulgação no site da BBC e foi publicado no ´Journal of Sexual Medicine´. Este estudo classificou as mulheres em três grupos, conforme o seu consumo de vinho diário: as que bebiam entre um e dois copos, as que bebiam menos de um copo diário e as abstêmias  as mulheres que bebiam mais de dois copos, não entraram no estudo, para afastar a hipótese de alcoolismo. Responderam a um questionário com 19 perguntas, direcionadas para medir o índice de funções sexuais femininas, cientificamente usadas para outros estudos sobre a sexualidade da mulher. As respostas revelaram que as mulheres que mostraram os maiores índices de desejo foram os das mulheres que bebiam entre um e dois copos de vinho por dia.

Os médicos chegaram à conclusão que os componentes químicos do vinho (em especial o tinto), podem aumentar o fluxo sanguíneo em zonas específicas do corpo, estimulando desse modo as relações sexuais.


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