terça-feira, 9 de outubro de 2012

Como identificar os aromas do vinho – parte II


5. Aromas Secundários
O aroma de manteiga, encontrado principalmente em vinhos brancos de uva Chardonnay, é originário da fermentação malolática – processo utilizado para deixar o ácido mais brando. Esses aromas merecem atenção, pois estão no vinho, mas não vieram das uvas, por isso são chamados aromas secundários.


6. Aromas Terciários
Já os aromas terciários se desenvolvem na garrafa, no silêncio da adega. Reações químicas lentamente vão alterando a estrutura da bebida, modificando-a. Essa transformação afeta a cor e os aromas. Os vinhos passam a exalar aromas etéreos que remetem ao chocolate, tabaco e ameixa seca.


7. Treino de Olfato
Para provar bem, basta prestar atenção e ter algumas referências olfativas. Uma pessoa que não conhece o cheiro de jasmim, claro, não irá encontrá-lo no vinho. Quanto mais conhecimento sobre uvas e suas características, melhor será o aproveitamento numa degustação.


8. Sem exageros
A discrição na descrição também é importante. Evite palavras rebuscadas ou referências particulares desconhecidas da maioria. Muita gente escorrega nos detalhes do vinho por usar a linguagem exagerada e afetada e que na verdade não significa nada. Não se prenda a modismos, seja genuíno, procure autenticidade e, acima de tudo, prove com prazer.



Fonte: http://www.sommelierwine.com.br

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