domingo, 1 de julho de 2012

Mitos do Vinho


O fundo da garrafa serve para o garçom apoiar o dedo.

A pessoa que vai servir o vinho deve achar um modo confortável e seguro de manejar a garrafa, mas o formato côncavo do fundo não foi desenvolvido para este propósito. Uma das utilidades é para dar apoio às garrafas na adega.

Outro motivo para a utilização deste formato é mais comum na produção de vinho espumante, para a distribuição da pressão na hora de colocar a rolha no gargalo, a fim de que a garrafa não estoure.






Vinho rosé é resultado da mistura de vinho tinto e de vinho branco.

O vinho rosado é resultado da fermentação de uvas tintas, mas com pouco contato com a casca – que dá a cor ao vinho – e não da mistura entre vinhos prontos. A afirmação acima serve apenas para denegrir a imagem de um vinho muito sutil e bom companheiro para aves, carnes brancas, saladas e legumes grelhados.

Durante as primeiras horas de fermentação, as cascas passaram um tom cereja para o mosto. Neste momento, o enólogo retira as cascas e a fermentação segue, mas sem mudança da cor. O vinho rosado é elaborado com uvas para vinhos tintos: Malbec, Cabernet, Sangiovese, Grenache, Pinot Noir. As exceções são os espumantes: neste caso, é permitida a mistura entre vinhos.





Vinho feito de várias uvas não é bom. Os melhores são os de uma única uva.

Os vinhos do Novo Mundo, em sua maioria, são feitos de uma única uva, cujo nome vem estampado no rótulo. Entretanto, isso não significa que os vinhos de uma única uva são os melhores. Na Europa, a maioria dos vinhos vêm de corte entre duas ou mais uvas.

O que torna um vinho bom não é só a uva da qual foi feito, mas a qualidade da videira, a quantidade praticada na colheita, a técnica de vinificação, a higiene na elaboração e a qualidade da safra, e tanto faz se vem de uma ou de mais uvas.




Fonte: http://www.sommelierwine.com.br

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